O último resumo desta viagem. O resumo de um país que às vezes nos irritou, outras nos apaixonou. O balanço é muito positivo.

30 dias
30 noites
0 Workaway e 0 Couchsurfing
15 cidades
15 sítios onde dormimos. Sempre em privados.
No Sri Lanka não é tão comum o conceito de Hostel, e ficámos sempre em Guesthouses e homestays. Um conceito de alojamento mais local, no qual tivemos o privilégio de contactar mais com as famílias e cultura.

Dados os ataques e a época baixa, em apenas dois lugares partilhámos “casa” com outros estrangeiros.

A média por noite foi de 8€, sempre em quarto privado para dois. Muitos dos lugares com pequeno-almoço incluídos. E que grandes pequenos almoços.
A malta no Sri Lanka não brinca em serviço na altura de se alimentar.
Em restaurantes é comum dividir uma dose para duas pessoas.
Cuidado com o picante.
A comida é deliciosa e a fruta e os cocos foram os melhores que comemos em toda a nossa vida.

Fizemos cerca de 1800 quilómetros em longas distâncias.
Os transportes são super baratos, inclusive os tuk-tuk.
Os tuk-tuk drivers são mesmo chatos. Podemos estar dentro de um que eles perguntam-nos se não precisamos de outro.
Tal como na Malásia, não alugámos moto, porque havia muito policiamento devido aos atentados, não temos carta internacional e apesar dos autocarro serem loucos sempre à pinha, há trajectos para todos os lados. Super fácil deslocarmo-nos cá.

O que mais gostámos: o Sri Lanka é um Zoológico a céu aberto.

O que menos gostámos: a cultura de enganar o estrangeiro e o fazer conversa forçada para a seguir impingir alguma coisa.

Sítio preferido: Yala Parque, onde fizemos o Safari.

Meteorologia geral: muito quente e húmido. No Sul, época das chuvas.

O Inglês, mais uma vez, é falado por todos. Do mais velho ao mais novo.

O comboio é um meio de transporte brutal, super barato e usal. A viagem de Kandy a Ella é realmente muito bonita.

Interessante, ser o único país onde estivemos, onde a maioria ainda usa telemóveis de teclas.
Não se vê grandes lojas de coisas tecnológicas – talvez porque está mais longe da China.

Também não há cadeias de fast food a rodos, como vimos em tantos países.
Contrariamente a uma Tailândia, Filipinas e afins, aqui são as mulheres estrangeiras que vêm “buscar” homens locais.

Não há grandes superfícies comerciais. Vivem das lojas locais e dos mercados.
As coisas são no geral, muito baratas.

200 Rupias = 1 €

É necessário pedir visto antes, através da Internet e tem o custo de 32,80€ por pessoa, para um mês.

Como em todos os outros países do Sudeste Asiático, os miúdos usam uniforme para ir para a escola.
As miúdas quando são pequenas, têm no geral cortes de cabelo à tigela. As maiores tranças gigantes. As mulheres usam também o cabelo muito comprido.

É comum ver as senhoras com trajes similares ao indiano. Saia, top curto e um lenço ao ombro, tudo a “dar a dar”.
Muitos homens usam saiam e mascam aquela raiz de coração vermelha. Duas características muito presentes no Myanmar e que estão representadas também aqui.

É visível por zonas, a religião maioritariamente representada. Os Templos mesquitas e igrejas comprovam-no, assim como os trajes típicos.

Há muitas casas com campas à porta.

A maioria dos hospitais usam a técnica Ayurveda. Uma técnica com origem na Índia, que traduzido do sânscrito significa, “ciência da vida”.

É comum ver os miúdos a brincar com papagaios de papel. Às vezes são mais de 10 no ar.

Nunca nos sentimos inseguros, já passaram quase dois meses desde os ataques e este povo precisa de turismo. É de facto um país maravilhoso e com enorme potencial.
Espero que os nossos relatos, vos possam ter incentivado a visitar este pequeno paraíso na terra.
Vão, sem medo.

Com amor,

Marta & Bag

2 de Maio de 2019
Ao som de The Kills – Dna

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *